O pai nosso

O trecho do livro de Mateus que está entre os versículos 9 ao 15 do capítulo 6 apresenta aquela que se tornou a principal fórmula de oração da tradição cristã: a conhecida oração do Pai Nosso. Nela, Jesus Cristo apresenta uma espécie de “elementos essenciais” que devem fazer parte da agenda de oração dos seus discípulos e discípulas. Para compreender melhor essa oração é necessário levar em conta o contexto discursivo em que ela é apresentada. O contexto imediato é o discurso sobre “as práticas de justiça” – as esmolas, as orações e os jejuns – e o contexto geral é a série de proposições que Jesus estava realizando acerca das lógicas do Reino dos Céus.

Quem gosta de futebol já se deparou com o seguinte debate: Quem é o maior jogador de futebol? Messi ou Cristiano Ronaldo? Não precisamos dizer que há discussões acaloradas entre os torcedores e amantes do futebol. Mas, esta questão de verificar quem é o maior ou melhor, evidentemente não se restringe ao esporte, na verdade marca toda a nossa vida. Nem os discípulos de Jesus escaparam desse terreno de vaidades. Assim lemos em Mateus: “Os discípulos chegaram a Jesus e perguntaram: ‘Quem é o maior no Reino dos céus?’”.

Os escolhidos para a missão apostólica (chamados), são doze, como as tribos de Israel (19.28), como a família do novo Israel de Deus; Jesus concede-lhes autoridade (7.29). A equipe é marcada pela diversidade, pois alguns têm nomes hebraicos e outros gregos, alguns são pescadores, há um publicano, um zelota, entre outros. Esse grupo de homens escolhidos encontra em Jesus o seu centro e liderança maior.

Os doze discípulos devem levar a mensagem de Jesus a respeito do reino de Deus que se apresenta (4.7). Vão investidos do poder de curas, à semelhança do demonstrado por Jesus. No plano de Jesus, os judeus deviam ouvir o evangelho primeiro, e depois os gentios. “Não se dirijam aos gentios, nem entrem em cidade alguma dos samaritanos. Antes, dirijam-se às ovelhas perdidas de Israel” (10.5-6).

Esta perícope está dentro do escopo da divisão literária do evangelho de Mateus da promulgação do Reino dos Céus. O autor quer anunciar para a comunidade de Mateus que o reinado de Deus, esperado pelo povo de Israel, chegou por intermédio da pessoa de Jesus, o Messias. Lembrando que esta igreja mateana enfrentava uma crise de fé devido aos ataques dos pilares de suas crenças, principalmente, a messianidade de Jesus de Nazaré.

Desta forma, Jesus visa tornar público os fundamentos éticos do Reino dos Céus, com o objetivo de fortalecer a comunidade mateana em sua fé e esperança. Essa narrativa faz parte do conhecido sermão do monte de Jesus, em que o autor tenta responder a uma importante questão: Jesus era acusado de querer suprimir a lei de Moisés, fundamento da fé judaica, por isso, não poderia ser o Messias. Diante disso, o sermão do monte deve ser analisado a partir da perspectiva de que Jesus de Nazaré não veio abolir a lei, mas cumpri-la. Assim, Ele chama atenção para três perigos da nova vida: O mâmon (deus das riquezas), as preocupações (ansiedade) e o hábito de julgar.

Os personagens principais da história contemplam Jesus e seus discípulos. Já, os objetivos do autor são: enfatizar para a igreja de Mateus o contraste entre os tesouros terrenos e os tesouros dos céus, destacar a relação entre o tesouro e o coração e mostrar as consequências maléficas do acúmulo de riquezas terrenas.

A solidão se constitui em um fenômeno universal de dimensão espacial e temporal. Diante desta realidade torna-se cada vez mais disseminada, a ideia de que a solidão é um dos atributos que mais definem o homem pós-moderno. Por isso, estudar esse sentimento ajuda a compreender de forma equilibrada a melhor maneira das pessoas lidarem com esse fenômeno. Pesquisas sinalizam que vem aumentando o número de pessoas vivendo sozinhas no continente europeu e continente americano, especificamente nos Estados Unidos. No tocante a este ponto, há alguns elementos que cooperam para que as pessoas vivam desta maneira. Estes elementos estão diretamente relacionados às questões externas e internas da vida dos indivíduos.

O Evangelho de Mateus é o único dos Evangelhos a iniciar com um registro genealógico de Jesus, pois é consistente com a natureza e o objetivo de seu escrito. Considere o seguinte: o Evangelho de Mateus foi projetado para fortalecer as comunidades cristãs no contexto judaico, de que Jesus é o Messias. O cumprimento da profecia judaica é um tema recorrente em Mateus, por exemplo, Mt 1.22-23; 2.4-6,14-15, 17-18,23 b. Nesse sentido, Mateus demonstra que Jesus ​cumpre dois pré-requisitos messiânicos: 1. O Messias tinha que ser descendente de Abraão (cf. Gn 22.18). 2. O Messias tinha que ser descendente de Davi (Is 11.1-2, 10 – Mt 1.1). Isto posto, Mateus proclama que Jesus de Nazaré atende as exigências messiânicas; portanto, Jesus tem direito sobre o trono de Israel, sendo legitimamente o “rei dos judeus”.

O trecho do livro de Mateus capítulo 5, versículos de número 43 a 48 faz parte de uma série de discursos sobre a “promulgação do Reino de Deus”, uma espécie de teses necessárias e fundamentais para compreender o Reino dos Céus. Assim como Moisés fez uma espécie de “promulgação dos mandamentos de Deus”, com o objetivo de fundamentar a vida de fé do povo israelita, Jesus também fez uma série de discursos com o objetivo de apresentar os principais fundamentos do Reino de seu Pai. Nesse sentido, o centro do quinto capítulo, especificamente nos versículos mencionados acima, é a reinterpretação de um dos principais mandamentos da tradição mosaica: “Amar o próximo como a ti mesmo” (Mateus 19.19). Esse era o princípio fundamental para cumprir parte do decálogo de Moisés. 

A solidão se constitui em um fenômeno universal de dimensão espacial e temporal. Diante desta realidade torna-se cada vez mais disseminada, a ideia de que a solidão é um dos atributos que mais definem o homem pós-moderno. Por isso, estudar esse sentimento ajuda a compreender de forma equilibrada a melhor maneira das pessoas lidarem com esse fenômeno. Pesquisas sinalizam que vem aumentando o número de pessoas vivendo sozinhas no continente europeu e continente americano, especificamente nos Estados Unidos. No tocante a este ponto, há alguns elementos que cooperam para que as pessoas vivam desta maneira. Estes elementos estão diretamente relacionados às questões externas e internas da vida dos indivíduos.

A solidão se constitui em um fenômeno universal de dimensão espacial e temporal. Diante desta realidade torna-se cada vez mais disseminada, a ideia de que a solidão é um dos atributos que mais definem o homem pós-moderno. Por isso, estudar esse sentimento ajuda a compreender de forma equilibrada a melhor maneira das pessoas lidarem com esse fenômeno. Pesquisas sinalizam que vem aumentando o número de pessoas vivendo sozinhas no continente europeu e continente americano, especificamente nos Estados Unidos. No tocante a este ponto, há alguns elementos que cooperam para que as pessoas vivam desta maneira. Estes elementos estão diretamente relacionados às questões externas e internas da vida dos indivíduos.

A solidão se constitui em um fenômeno universal de dimensão espacial e temporal. Diante desta realidade torna-se cada vez mais disseminada, a ideia de que a solidão é um dos atributos que mais definem o homem pós-moderno. Por isso, estudar esse sentimento ajuda a compreender de forma equilibrada a melhor maneira das pessoas lidarem com esse fenômeno. Pesquisas sinalizam que vem aumentando o número de pessoas vivendo sozinhas no continente europeu e continente americano, especificamente nos Estados Unidos. No tocante a este ponto, há alguns elementos que cooperam para que as pessoas vivam desta maneira. Estes elementos estão diretamente relacionados às questões externas e internas da vida dos indivíduos.