A importância da Solitude para a Vida Cristã

INTRODUÇÃO

 

 

A solidão se constitui em um fenômeno universal de dimensão espacial e temporal. Diante desta realidade torna-se cada vez mais disseminada, a ideia de que a solidão é um dos atributos que mais definem o homem pós-moderno. Por isso, estudar esse sentimento ajuda a compreender de forma equilibrada a melhor maneira das pessoas lidarem com esse fenômeno. Pesquisas sinalizam que vem aumentando o número de pessoas vivendo sozinhas no continente europeu e continente americano, especificamente nos Estados Unidos. No tocante a este ponto, há alguns elementos que cooperam para que as pessoas vivam desta maneira. Estes elementos estão diretamente relacionados às questões externas e internas da vida dos indivíduos.

 

O contexto acima descrito destaca a solidão negativa e positiva. A primeira caracteriza-se pelo isolamento da pessoa, devido a problemas referente à dificuldade de desenvolver relacionamentos intrapessoais e interpessoais[1] saudáveis. O individuo se sente discriminado, injustiçado e rejeitado pela sociedade (família, amigos, entre outros), e com isso, carrega o peso de sentimentos associados ao isolamento, rejeição e individualismo. Esta comiseração, quando insuportável, pode levar a pessoa, em alguns casos, à depressão.  Já, solidão positiva refere-se ao isolamento voluntário, construtivo e necessário que permite e possibilita o processo criativo e inovativo das pessoas. Pode dizer que a solidão do silêncio intencional, tem a finalidade de meditação e aprendizado, visto que a solitude não se apresenta, antes de tudo, um lugar, mas um estado da mente e do coração.

 

O objetivo deste artigo chama atenção para a importância da solitude em relação à vida cristã[2]. Desta maneira, a pesquisa busca responder as seguintes questões: O que é solidão? O que é solitude? Quais os pontos de encontros (aproximações) e desencontros (distanciamentos), entre solidão e solitude?  Todos esses questionamentos convergem e integram a seguinte problemática: Por que a solitude é importante para a vida? O artigo esta estruturado em quatro partes, incluindo esta introdução.

 

Diante disso, o primeiro tópico analisa os principais conceitos relacionados à solidão, bem como os elementos que cooperam para a solidão negativa: isolamento, rejeição e individualismo. Esta análise contribui para o entendimento da solidão em detrimento à pessoa que convive com este sentimento de dor. Já, o segundo tópico examina a solitude de acordo com os conceitos e os resultados desta solidão positiva, para a vida de pessoas. Este exame procura compreender as particularidades deste sentimento e, consequentemente, seus benefícios para a vida do homem pós-moderno. O primeiro e segundo tópicos também estudam a relação entre solidão e solitude, com o objetivo de diferenciar estes dois sentimentos. Cabe destacar que esta caracterização e diferenciação tornam-se fundamental para o entendimento equilibrado dos respectivos conceitos. Por fim, o último tópico avalia a importância da solitude para a vida cristã. Destaca o panorama histórico da solitude na história da igreja e a compreensão bíblica e teológica deste sentimento.  A metodologia adotada se expõe por meio de uma revisão bibliográfica, com contribuições de diversos autores especialistas, que já analisaram, dialogaram e discutiram esta temática.

 

 

1. O QUE É SOLIDÃO?

 

Para a maioria dos autores especialistas, o conceito de solidão não deve restringe-se somente a ideia espacial de lugar, o qual significado do termo refere-se há estar sozinho. De acordo com McPherson[3], a solidão se define por um estado emocional, no qual a pessoa experimenta um sentimento de vazio, fruto de ter sido rejeitado e alienado.  Neste sentido, a solidão aflige a humanidade desde sua origem, conforme a teologia protestante[4] é obra do pecado original[5]. Por isso, a solidão é o sentimento de sentir-se solitário, mesmo quando se esta entre amigos, portanto, ocorre independente de circunstâncias externas. Gustafsson[6] destaca que todas as pessoas são solitárias. A solidão faz parte da própria existência humana. Há vários tipos de solidão, definidas dependendo de sua causa. Weiss[7] faz uma relação direta entre isolamentos e relacionamentos. O autor destaca a solidão do isolamento emocional, originada pela falta de um relacionamento emocional íntimo e a solidão do isolamento social, provocada devido à ausência de uma rede de relacionamentos sociais.

 

Cabe ainda destacar, a solidão por causa da rejeição e individualismo.  A pessoa rejeitada vive com o estado emocional fragilizado. Por isso, experimenta um intenso sentimento de solidão.  Sartre[8] comenta sobre esta dependência emocional caracterizada pelo encontro com o outro, em dois momentos. O primeiro momento ao sentir-se olhado e ao pressentir a presença do outro, perde sua autonomia e passa a ser a propriedade do outro. O segundo momento ocorre quando, transformado em objeto pelo olhar do outro, o ser olhado reage e devolve o olhar que o constrange. Neste sentido, fica caracterizada a dependência do individuo. Já, o individualismo do homem pós-moderno tem dificultado o senso de comunidade e os vínculos de solidariedade mútua. O individuo tornou-se o único responsável por sua vida, conseguiu a sua desejada emancipação, mas passou a ser sozinho. Lima[9] sintetiza que a pessoa individualista apresenta enormes dificuldades de relacionamentos, devido principalmente sua personalidade, e acaba se isolando da convivência emocional e social.

 

Este tópico analisou até aqui a solidão no aspecto negativo. Contudo, Tomei e Fortunato[10] consideram dois tipos de solidão: a negativa e a positiva. Para as autoras a solidão positiva se estabelece por necessidade que as pessoas sentem de se afastar convívio social, em determinados momentos de suas vidas, com objetivo de refazer energias e potencializar o processo criativo. Diante disso, existe, na solidão, uma possibilidade para reflexão criativa, esta realidade chama atenção para a importância de aprender a ser só. Tomei e Fortunato enfatizam que este momento deve permitir que a convivência com a solidão possa ensinar as pessoas não somente a conviverem com a ausência de algo ou de alguém, entretanto, fazerem dessa falta um fator de conhecimento e fortalecimento dos aspectos intelectuais, emocionais e sentimentais[11]. No tocante a este ponto, a solidão positiva ou do silêncio intencional evidencia a solitude, com objetivo de reflexão, meditação ou mesmo de relaxamento.

 

 

2. O QUE É SOLITUDE?

 

 

O medo das pessoas ficarem sozinhas impulsiona-as para o barulho e as multidões. Foster[12], sugeri que em vez disso, pode-se cultivar a solitude e um silêncio interior que livra da solidão e do medo. Para o autor, solidão é vazio interior, já a solitude é a realização do interior, se define em um estado de mente e coração, por isso, há de manifestar-se exteriormente e haverá a liberdade de estar sozinhos, não para se afastar das pessoas, mas para poder ouvi-las melhor, considera dois tipos de solitude: a solitude exterior que é o estar a sós fisicamente e  solitude interior definindo-a como um estado interior [13]. Já, para Barbosa[14] solitude trata-se de uma prática espiritual medieval importantíssima para a espiritualidade cristã[15], completamente quase esquecida e ignorada pelo cristianismo ocidental na modernidade, visto que o mundo moderno desenvolveu uma espiritualidade mais voltada para o trabalho do que a solitude, a qual precisa ser resgatada pela igreja cristã contemporânea. Neste sentido, Nouwen[16] destaca a importância da solicitude que se constitui o resultado primário da solitude, o qual significa ser solícito ou importar-se com o outro.

 

Foster afirma sem silêncio não há solitude, o silêncio sempre envolve o ato de ouvir e é preciso compreender a ligação que há entre a solitude e silêncio interior, os dois são inseparáveis, e tem o objetivo de ensinar a ver e ouvir, visto que a chave do silêncio é o controle e não a ausência de ruído[17].  Wutzke[18] trabalha com a mesma ideia e destaca os obstáculos para desenvolver o silêncio interior, diante de uma sociedade que consome informação de toda espécie, auditivas e visuais e, ainda, consomem-se emoções que produzem adrenalina, viva-se com ativismo, ocupação e preocupação excessiva, diante disso, o caminho para vencer estes obstáculos requer um tempo de silêncio interior contemplativo, que pode curar e recriar a vida da pessoa. Para Barbosa o silêncio e a contemplação na tradição cristã é a atitude diante de Deus para ouvir-lhe a voz[19]. No tocante a este ponto, a oração é muito mais uma questão de ouvir do que falar.

 

Os passos que uma pessoa deve dar em direção a solitude de coração perpassam algumas disciplinas espirituais de meditação, oração, contemplação, adoração, jejum e estudo. Todos os quanto conseguiram chegar a este estado, produziram frutos de amor, paz, alegria, fé, bondade, benignidade, domínio próprio, temperança e justiça. Diante disso, Foster descreve alguns passos para a solitude. Chama atenção para as pequenas solitudes, que enchem nosso dia, aproveitar todos os momentos para o silêncio interior,  como objetivo de reorganizar a vida como um ponteiro de uma bússola, criar ou encontrar um lugar tranquilo para silêncio e solitude, não tente justificar tudo, deixe que Deus seja seu justificador, disciplina-se com as palavras que sejam poucas, mas que digam muito, tente viver um dia inteiro sem proferir palavra alguma, faça isso não como lei, mas sim como experimento, quatro vezes por ano retira-se durante três a quatro horas com a finalidade de reorganizar os alvos de sua vida e faça um retiro uma vez por ano, sem outro propósito em mente que não a solitude[20]. Os resultados desta busca serão sentidos no aumento da comunhão com Deus, e consequentemente, crescerá a sensibilidade e compaixão pelo próximo.

 

 

3. POR QUE A SOLITUDE É IMPORTANTE PARA A VIDA CRISTÃ?

 

O panorama histórico da solitude mostra a importância deste sentimento para os cristãos e para a igreja em toda a história. Barbosa destaca a história do deserto na tradição cristã apresentando diversos movimentos que emergiram desse lugar entre os séculos III e XV, os conhecidos “pais do deserto[21]”, com suas orientações, mestres da espiritualidade do silêncio, pessoas que migraram para os desertos e lugares solitários do Oriente Médio, levando consigo apenas o desejo sincero de resgatar uma espiritualidade que haviam perdido no processo de secularização, alguns se organizaram em comunidades, outros optaram pelo eremitismo[22], com o único objetivo caminhar em direção a um verdadeiro encontro com Deus[23]. Nouwen admite que uma vida sem um lugar deserto, isto é, sem um centro tranquilo, torna-se facilmente destrutiva, quando se apega nos resultados quantitativos de promoção pessoal, torna-se possessivo e a pessoa fica na defensiva e, tende a ver o outro como inimigo[24].

 

Entre todos os movimentos do deserto, o monasticismo foi o movimento que mais influenciou a solicitude na história da igreja. Barbosa comenta que a partir do ano 311 D.C., na época em de paz conquistada pelo imperador Constantino estava sendo implantada e os cristãos, ainda procuravam se adaptar com as mudanças sociais e religiosas imposta pelo império, dentro deste contexto, surgiu um movimento religioso de resistência, de forma variada, procurou manifestar sua rejeição aos novos dogmas imperialistas, era um movimento contracultural, tanto dentro como fora da igreja[25]. Ainda, Barbosa cita o livro de Atanásio, Bispo de Alexandria que escreveu a obra: “A vida de Santo Antônio”, a biografia daquele que é considerado hoje o pai do monasticismo, sendo que o próprio Atanásio reconhece que o movimento começou com a conversão de Antônio e, consequentemente, sua busca por uma perfeita comunhão com Deus no deserto[26]. Cabe destacar que o movimento monástico trouxe grande contribuição para o desenvolvimento da solitude e para a espiritualidade cristã, o qual enaltece a importância da solitude para a vida cristã.

 

Ao entardecer, quando o sol se pôs, trouxeram-lhe todos os que estavam enfermos e endemoninhados. 33 E a cidade inteira aglomerou-se à porta. 34 E Ele curou muitos doentes de diversas enfermidades e expulsou muitos demônios. Não consentia, porém, que os demônios falassem, pois sabiam quem era Ele. Jesus deixa secretamente Cafarnaum e percorre a Galiléia. 35 De madrugada, estando ainda escuro, Ele se levanta e retirou-se para um lugar deserto e ali orava[27]. Nouwen interpreta esse texto do Evangelho de Marcos dizendo que em meio às frases carregadas de ação: Curar, expulsar e responder. Depara-se com palavras serenas: “De madrugada, no escuro da noite, Jesus levantou-se e saiu, retirando-se para um lugar deserto; ali, ele orava”. Cercados por horas de movimentos encontra-se um momento de tranquilidade, no coração de muitas tarefas, há palavras de recolhimento, em meio à ação, à contemplação. É no lugar deserto que Jesus acha a coragem e a fé de fazer a vontade de Deus, não a sua, onde desenvolve a intimidade com Deus Pai, e encontra forças para desenvolver seu ministério [28].

 

 

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS

 

 

Jesus antes de iniciar seu ministério terreno, passou quarenta dias no deserto, que foram fundamentais para os anos seguintes. Esta retirada da presença humana sedimentou a consciência de sua identidade. Era somente no silêncio e privado de apoios externos que Jesus pode enfrentar as tentações da fama e do poder. Por isso, a solitude é necessária para o autoconhecimento e oração, para uma verdadeira oração deve haver a prática do silêncio e certo grau de solidão. Jesus regressava ao deserto sempre que podia. Eis uma lição importante para a prática da solitude. Cabe destacar que para seguir os passos de Jesus é andar com Ele primeiro até o deserto. Neste sentido, escolher um cômodo sossegado, como uma sala de estudo para a oração, estudo e meditação da Palavra de Deus, este espaço pode simbolizar o seu deserto ou o lugar solitário para a solitude.

 

A solitude nascida da solidão positiva só subsiste se for fortalecida pelos resultados para a vida cristã. A expectativa da paciência e da alegria deve permear toda a solitude, visto que são interdependentes. A vida vivida em expectativas, por meio da solitude, faz florescer a esperança e traz a alegria ao centro da tristeza. Quando se toma o pão e o vinho em ações de graças, na Santa Ceia, se come e bebe em esperança. Assim, compartilhar estes elementos uns com os outros em paciente expectativa, fortalece a comunhão com o próximo e enche os corações de alegria e esperança. É preciso aquietar-se em solitude, para se conhecer e encontrar o outro e o Senhor em ti mesmo, portanto, surge uma nova liberdade para estar com Deus e as pessoas, visto que a solitude do silêncio com Deus ensinam a amar o próximo, do jeito que eles são.

 

O artigo analisou a importância da solitude para a vida cristã, diante de uma sociedade hedonista e egoísta e respondeu o conceito de solidão e de solitude e suas relações de aproximações e distanciamentos. Os resultados da pesquisa mostram que para o cristão vencer os desafios da sociedade pós-moderna, a presença da solitude na sua vida cristã é fundamental, tendo em vista os frutos advindos do exercício deste sentimento, para a teologia, a espiritualidade e a fé da igreja. Diante disso, o conceito teológico do respectivo artigo destaca o silêncio. Jesus ensinou no modelo de oração conhecido pela igreja e tradição, como o “Pai Nosso”, se torna incontestável a necessidade de certo nível de silêncio e solidão na vida se alguém pretende orar, e crescer em maturidade na vida cristã.

 

 

 

REFERÊNCIAS

BARBOSA, Ricardo. O caminho do Coração: Ensaios sobre a Trindade e a espiritualidade cristã. Curitiba: Encontro, 2004.

BÍBLIA DE JERUSALÉM – São Paulo: Paulus, 2015. Disponível em: < https://www.significados.com.br/eremita/> Acesso em 02.03.2020.

FOSTER, Richard J. Celebração da Disciplina: o caminho do crescimento espiritual. São Paulo: Editora Vida, 2006.

GUSTAFSSON, L. A classe média sai do paraíso. In: Jornal O Globo. Rio de Janeiro.

LIMA, Raymundo de. Ser feliz sozinho? Uma reflexão sobre a solidão e a solitude em nossa época. Maringá/PR: Revista Espaço Acadêmico – N. º 143 – Abril, 2013.

MCPHERSON, M.; SMITH-LOVIN, L.; BRASHEARS, M. E. Social isolation in America: changes in core discussion networks over two decades. American Sociological Review, v.71, n.3, p.353-375, 2006.

NOUWEN, Henri J.M. O fruto da solidão: Três meditações sobre a vida cristã. São Paulo: Loyola, 2000. Solitude, contemplação e oração 30 de outubro, 1994.

SARTRE, J. P. O existencialismo é um humanismo. Lisboa: Editorial Presença,1978.

WEISS, R. S. Loneliness: The experience of emotional and social isolation. Cambridge: MIT Press, 1974.

WUTZKE, Egon Alberto.: desafios para o pentecostalismo. Joinville: Azusa – Revista de Estudos Pentecostais, v 2 n 2, Editora Refidim, 2011.

TOMEI, Patrícia Amélia. FORTUNATO, Graziela. A Solidão no Poder nas Organizações. Rio de Janeiro: o&s – v.15 – n.47 – Outubro/Dezembro – 2008.

 

IMAGENS: Fonte: Disponível em: <https://www.freepik.com/>. Acesso em 02.03.2020.

 


NOTAS

[1] Relacionamento intrapessoal e interpessoal – O relacionamento intrapessoal diz respeito à comunicação interna do indivíduo. Já, o relacionamento interpessoal corresponde à maneira com que o individuo se relaciona com o seu próximo.

[2] A pesquisa trabalha o conceito de vida cristã a partir das ciências sociais. Neste sentido, defina-se como o modo de viver e o conjunto de hábitos de um individuo.

[3] MCPHERSON, M.; SMITH-LOVIN, L.; BRASHEARS, M. E. Social isolation in America: changes in core discussion networks over two decades. American Sociological Review, v.71, n.3, p.353-375, 2006.

[4] A Teologia Protestante é fruto de um movimento reformista cristão do século XV, de Martinho Lutero. Os cincos pilares desta teologia são: Sola fide (somente a fé), Sola scriptura (somente a Escritura) Solus Christus (somente Cristo) Sola gratia (somente a graça) Soli Deo gloria (glória somente a Deus).

[5] Pecado original – é uma doutrina cristã, que tem por objetivo explicar a origem da imperfeição humana, do sofrimento e da existência do mal através da queda do homem registrado na Bíblia. O texto principal desta doutrina esta fundamentado no livro de Gênesis capítulo 3.

[6] GUSTAFSSON, L. A classe média sai do paraíso. In: Jornal O Globo. Rio de Janeiro. 30 de outubro, 1994.

[7] WEISS, R. S. Loneliness: The experience of emotional and social isolation. Cambridge: MIT Press, 1974.

[8] SARTRE, J. P. O existencialismo é um humanismo. Lisboa: Editorial Presença,1978.

[9] LIMA, Raymundo de. Ser feliz sozinho? Uma reflexão sobre a solidão e a solitude em nossa época. Maringá/PR: Revista Espaço Acadêmico – N.º 143 – Abril, 2013.

[10] TOMEI, Patrícia Amélia. FORTUNATO, Graziela. A Solidão no Poder nas Organizações. Rio de Janeiro: o&s – v.15 – n.47 – Outubro/Dezembro – 2008.

[11] TOMEI. FORTUNATO. 2008.

[12] FOSTER, Richard J. Celebração da Disciplina: o caminho do crescimento espiritual. São Paulo: Editora Vida, 2006.

[13] FOSTER, 2006.

[14] BARBOSA, Ricardo. O caminho do Coração: Ensaios sobre a Trindade e a espiritualidade cristã. Curitiba: Encontro, 2004.

[15] Espiritualidade cristã – é a busca do cristão por meio do Espirito Santo de um estilo de vida, segundo o exemplo de Jesus.

[16] NOUWEN, Henri J.M. O fruto da solidão: Três meditações sobre a vida cristã. São Paulo: Loyola, 2000.

[17] FOSTER, 2006.

[18] WUTZKE, Egon Alberto. Solitude, contemplação e oração: desafios para o pentecostalismo. Joinville: Azusa – Revista de Estudos Pentecostais, v 2 n 2, Editora Refidim, 2011.

[19] BARBOSA, 2004.

[20] FOSTER, 2006.

[21] Pais do Deserto eram monges e monjas que optaram em viver em total solidão, partindo literalmente para o deserto. Vivendo em total entrega à oração e jejum.

[22] Eremitismo – O eremita ou ermitão era um indivíduo que vive em lugar deserto, isolado, geralmente por motivo de penitência, religiosidade, ou simples amor à natureza, e o local de sua morada é chamado de eremitério. Na história da Igreja Católica há um capítulo importante sobre os eremitas e o desenvolvimento da vida monástica, com destaque para Santo Antão do Deserto. O eremitismo apresenta dois momentos importantes: o primeiro nos séculos III e IV e o segundo nos séculos XII e XIII. O primeiro é sobre o surgimento da espiritualidade dos Padres do Deserto, que buscavam a união com Deus no deserto do Egito. Disponível em: < https://www.significados.com.br/eremita/> Acesso em 02.03.2020.

[23] BARBOSA, 2004.

[24] NOUWEN, 2000.

[25] BARBOSA, 2004.

[26] BARBOSA, 2004.

[27] BÍBLIA DE JERUSALÉM – São Paulo: Paulus, 2015, p. 996.

[28] NOUWEN, 2000.

PESQUISAR

POSTS RECENTES